Teoria de impacto gigante na origem da Lua ganha reforço

Na busca contínua e incessante por descobrir como o universo se formou, cientistas da Nasa ainda analisam detritos da Lua trazidos da missão Apollo nas décadas de 60 e 70. Com equipamentos avançados, novas pesquisas mostram que a Teoria do Impacto Gigante, que sugere que a Lua se formou após uma grande colisão com um protoplaneta, pode realmente estar certa. Os resultados das análises foram publicados neste mês na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

O novo estudo se concentrou na quantidade e tipo de cloro existente nas rochas lunares. Com este foco, os pesquisadores descobriram que o satélite natural da Terra tem maior concentração de cloro “pesado” em comparação com nosso planeta, que possui cloro mais “leve”. Isso significa que a Lua e a Terra possuem diferentes versões do átomo de cloro, conhecidas como isótopos. Este material contém números diferentes de nêutrons em seus núcleos.

Para que a pesquisa fosse completa, os cientistas também precisaram estudar outros elementos que são halogênios, ou seja, da mesma família química do cloro.

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